sábado, 18 de outubro de 2014

SEQUÊNCIA DIDÁTICA



SEQUÊNCIA DIDÁTICA
Aplicação: Rosivânia Galdino da Silva Lima
Escola: De Ensino Fundamental em Tempo Integral Dom Constantino Lüers
Disciplina: Língua Portuguesa e Ensino Religioso
Público alvo: 3º “A”
Duração das atividades: 5 momentos distribuídos em 3 dias
Leitura e Interpretação da parábola: “A Ovelha Perdida”




 OBJETIVOS:
*Ler textos com autonomia;
*Ler em voz alta, com fluência, em diferentes situações;
*Localizar informações explicitas em textos de diferentes gêneros, temáticas, lidos com autonomia;
*Produzir textos de diferentes gêneros com autonomia, atendendo a diferentes finalidades;               
 *Revisar coletivamente o texto ou parte do texto durante o processo de escrita.
             
1º MOMENTO:
*Assistir a um pequeno vídeo contemplando a parábola da “Ovelha Perdida”
*Roda de conversa: (A partir das afirmativas, abaixo, promover discussões sobre a dimensão religiosa)
Aplicações para minha vida:
#Eu sei que Deus me ama tanto que deu a Sua vida por mim, para me salvar;
#Creio que Deus cuida de mim, então, não é preciso ter medo de escuro, de monstros, tempestades etc.;
#Eu acredito que aceitando o sacrifício de Cristo na cruz por mim posso ganhar a vida eterna.
2º MOMENTO:
*Fazer a leitura compartilhada da parábola “A ovelha Perdida” Lucas 15. 1-7, promovendo conversa, fazendo a interpretação oral sobre o que fala o texto.
3º MOMENTO:
*Leitura silenciosa;
*Ditado colorido;
*Questionamentos com múltipla escolha.


4º MOMENTO:
*Pedir que produzam um pequeno texto, baseado em tudo que foi discutido e visualizado sobre a parábola da Ovelha perdida;
*Os alunos não alfabetizados produziram frases:
-Sem ajuda e sem letras móveis;
-Sem ajuda e com as letras móveis;
-Com ajuda na pronúncia das sílabas e com letras móveis.
*Encontrar a ovelha perdida no desenho;
*Pintar o desenho.

5º MOMENTO:
Reescrita:
*Realizar a correção coletiva das frases ditadas para os não alfabetizados e de um dos textos escritos pelos alfabetizados e aproveitar para refletir sobre a escrita dos mesmos.








 Relatório
No dia 17/10 apresentei um pequeno vídeo contemplando a parábola da “Ovelha Perdida” Lucas 15. 1-7. Todos gostaram da história, mas nem todos participaram das discussões, no entanto escutaram os colegas. Na hora de fazer a leitura compartilhada cinco alunos não fizeram a leitura, pois ainda não contemplam os direitos de leitura.
No dia 16/10 perdi que os fizessem a leitura silenciosa do texto. Em seguida fizemos o ditado colorido (cinco alunos sentiram dificuldade em encontrar as palavras ditadas). Logo depois deixei que eles respondessem as questões propostas na tarefa. Participaram desta atividade 16 alunos, onde:
#8 alunos acertaram as três questões;
#4 alunos erram as três questões, e um dos 4 sabe ler, porém não soube interpretar;
#Uma aluna (sabe ler) errou a questão 1 (Quantas ovelhas tem o pastor?). Pois respondeu- noventa e nove, pressuponho que sua resposta tem haver com o nº 99 que esta explícita no texto;
#Outra errou a questão 3;
#Um aluno não alfabetizado que marcou quase todas as opções, então fiz as perguntas e ele disse que pastor tinha 6 ovelhas, que um a se perdeu e o pastor foi casar;
# E outra marcou algumas opções, mas apagou, esta aluna voltou para a escola recentemente e tem muita dificuldade de leitura e escrita e às vezes se recusa a participar do reforço.
No dia 17/10 propôs aos alunos a produção textual e reescrita
A produção textual foi dividida em alfabetizados e não alfabetizados:
Alfabetizados produziram um pequeno texto e para isso li de novo a parábola.
Os não alfabetizados eu ditei frases e eles produziram sem e depois com letras móveis. Não fiquei satisfeita com o resultado, mas espero que com as aulas de reforço eles melhorem. Pois os mesmos têm dificuldade em dominar as correspondências entre letras ou grupos de letras e seu valor sonoro, de modo a ler e escrever palavras, frases e textos.




Aluno 1:
#ASPIS OC DOULHE RD (só e sem as letras)
#A OVLHL SI PD (só e com as letras)
#A OVELHA SE PERDEU (com as letras e com ajuda na pronúncia das sílabas)  
Aluno 2:
#OPAO PAO POMOPLA (só e sem as letras)
# O PAOPOROVLA (só e com as letras)
#O PATO TI CI OVELA (com as letras e com ajuda na pronúncia das sílabas) 
Tradução: O pastor tem cem ovelhas.
Aluno 3:
#GU E U PAD (só e sem as letras)
#GU E U D DA (só e com as letras)
#GEUS E O DO PACDO (com as letras e com ajuda na pronúncia das sílabas) 
Traduzindo: Jesus é o bom pastor.
Participaram da produção textual 15 alunos, os quais apresentaram as seguintes dificuldades:
*Organizar o texto, dividindo-o em parágrafos;
*Pontuar o texto, favorecendo a compreensão do leitor;
*Espaçamento entre as palavras;
*Fazer uso das grafias de palavras (O ou U/ U/L em sílaba final; S ou Z; N ou M nasalizando final de sílaba; X ou CH; R/RR no meio de sílaba; R em final de palavras).   
No momento de fazer a reescrita dessas frases e de um dos textos feitos por eles todos participaram dando opiniões de como reescrever e indo ao quadro sem resistência.













   
  





segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Relatório




PREFEITURA MUNICIPAL DE ARAPIRACA
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
FORMAÇÃO CONTINUADA – PNAIC
PROFESSORA: MARIA GORETE CORREIA DE QUEIROZ







“NUNCA” 10







                                                                     ROSIVÂNIA GALDINO DA SILVA LIMA




ARAPIRACA-AL



Relatório
Eu, Rosivânia Galdino da Silva Lima, professora do 3º “A” da Escola de Ensino Fundamental em Tempo Integral Dom Constantino Luers, situada no Povoado Mangabeira, Q.F, número 100, Arapiraca- Alagoas, no dia 17/09 apresentei aos alunos o jogo “Nunca” 10. O qual se encontra no livro: “Jogos na Alfabetização Matemática”p. 16 e 17. O jogo tem como objetivo pedagógico perceber e compreender os princípios do Sistema de Numeração Decimal: aditivo, posicional e decimal; compor e decompor números de base 10. E o objetivo do jogo é completar 10 palitos, enlaçar com liguinhas elásticas, formando um agrupamento de 10 unidades e assim quem fizer mais pontos ao final de 8 rodadas ganha o jogo. Inicie a aula com um cartaz com as regras do jogo, onde fizemos a leitura. Depois chamei dois alunos para virem para frente, onde os mesmos brincaram seguindo as orientações e os demais alunos tiraram as dúvidas. A partir deles fiz o registro na lousa e lancei para a turma alguns questionamentos (problematização). Logo depois formei quatro grupos de 4 alunos e 1 de 3 alunos, distribui os materiais e o jogo foi iniciado.  Todos acharam o jogo super legal, porém teve alunos ou grupo que tiveram algumas dificuldades, tias como: não conseguir adaptasse ao trabalho em grupo, pois não tinham paciência em esperar a vez do colega; em somar; conversas paralelas; colocar os números na posição correta (unidades e dezenas); agrupar os palitos de 10 em 10; entender o registro na planilha; não terminar as rodadas, devido o conjunto de todas essas dificuldades.
No entanto vale à pena lembrar que foi a primeira vez que estavam jogando, e que qualquer jogo tem que ser explorado mais de uma vez para se ter resultados cada vez melhores. Fui passando em todos os grupos para orientar de perto, quando preciso voltávamos para lousa para ler as regras ou observar os registros feitos com jogo realizado no início da aula e teve grupos que executaram o jogo com capricho, dividiram a tarefa, como por exemplo: um fazia o registro e todos ajudavam a fazer a soma. Terminado o jogo, no grupão, preenchemos uma planilha com as rodadas de um determinado grupo para rever as dificuldades encontra e foi muito bom o raciocínio dos alunos oralmente demonstrando que realmente aprenderam a jogar o que reforça mais ainda a questão de se trabalhar outras vezes com o mesmo jogo para estimá-los a absorver mais conhecimentos.
Após o recreio pedi que os alunos fizessem um texto relatando o que aprenderam com o jogo e como era que se brincava. Muitos reclamaram, pois escrever para eles não era divertido e outros têm dificuldades em escrever textos e frases, já que estão na fase pré-silábica ou silábica. Os silábicos- alfabéticos e os alfabéticos também apresentaram algumas dificuldades como: Letra maiúscula no inicio das frases, pontuação, espaçamento, palavras com U/L, C/S e outras.
Ex: quando eu fui joga não sabia di nado ai eu apredi a joga e com sigo.
a tia em cinol a Brica
O JOGE ELEGAU E BOU
Os alunos do jeito deles conseguiram relatar os ensinamentos contidos no jogo, principalmente à soma dos números. Não foi possível fazer a reescrita do texto, mas pedi que alguns alunos fizessem a leitura do mesmo, fazendo assim que percebessem alguns erros de escrita.








 “NUNCA” 10
*Aprendizagem: Pedagógico perceber e compreender os princípios do Sistema de Numeração Decimal: aditivo, posicional e decimal; compor e decompor números de base 10.
*Material:
- 1 dado comum
- aproximadamente 200 palitos de picolé por grupo
- aproximadamente 30 liguinhas elásticas
- tabela para registrar a pontuação
*Número de jogadores: 3 a 5 participantes.
*Regras:
- Cada um dos jogadores, na sua vez, lança o dado.
- O número que sair no dado corresponde à quantidade de pontos da rodada, que deverá ser paga em palitos de picolé e registrada na planilha.
- Na rodada seguinte, se pega novamente a quantidade de palitos de picolé que sair na jogada do dado.
- Ao completar 10 palitos, a criança enlaça-os com a liguinha elástica, formando um agrupamento de 10 unidades, e assim sucessivamente.
- Ganha o jogo quem fizer mais pontos ao final de 8 rodadas.
*Variações:
- Podem ser mais rodadas.
- Podem ser lançados dois dados comuns, cuja soma das faces superiores corresponda à quantidade total de palitos de picolé a serem pegos.
- Podem ser lançados dois dados comuns, cuja multiplicação das faces superiores corresponda à quantidade total de palitos de picolé a serem pegos.
- Podem ser utilizados outros materiais, tais como: material dourado, tampinhas de garrafas de cores diferentes (por exemplo, cada tampinha verde vale dez tampinhas amarelas, e assim por diante), sementes (por exemplo: uma semente de feijão vale dez milhos, e assim por diante), dinheirinho de papel, etc.


*Problematizando:
Com vistas a ampliar as potencialidades do jogo com relação ao trabalho com a contagem, o professor poderá fazer questionamentos, como: Quanto ponto fez o ganhador do jogo? Quantos grupos de 10 há nessa quantidade de pontos?
Além disso, poderá se trabalhar com as diversas maneiras de somar 10. Por exemplo, em uma situação em que uma criança possui 4 pontos, pode-se perguntar quanto ela precisa tirar no dado para formar um grupo de 10 na próxima jogada. Pode-se instigar as crianças a preverem situações que são possíveis ou impossíveis, perguntando para um aluno que tem 2 pontos se é ou não possível para formar um grupo de 10 na próxima jogada.
Se for considerado o momento adequado, pode-se formular perguntas como: Quantos pontos de diferença há entre dois jogadores? Quantos pontos faltam para o segundo lugar empatar o jogo? Situações dessa natureza podem ser úteis para o trabalho com as idéias do aditivo.
Ao propor esse tipo de situação, que estabelece relações entre quantidades de dois ou mais jogadores, tem-se uma oportunidade para explorar as diferentes formas de registros, sejam elas convencionais ou não.

domingo, 21 de setembro de 2014

Jogo: "Nunca" 10

 Objetivo Pedagógico: Perceber e compreender os princípio do Sistema de Numeração Decimal: aditivo, posicional e decimal; compor e decompor números na base 10.
 Material:
*1 dado comum;
*aproximadamente 200 palitos de picolé; *aproximadamente 30 liginhas elásticas;
*tabela para registrar a pontuação.
 Objetivo do jogo: Completar 10 palitos, formando um agrupamento de 10 unidades. Ganha o jogo quem fizer mais pontos ao final de 8 rodadas.
                    Aprender brincando.
 Número de jogadores: 3 a 5 participantes.
Tabela de registro

Produção textual: O que aprendi com o jogo e como se joga?