quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
sábado, 18 de outubro de 2014
SEQUÊNCIA DIDÁTICA
SEQUÊNCIA DIDÁTICA
Aplicação: Rosivânia Galdino da Silva Lima
Escola: De Ensino Fundamental em Tempo Integral Dom
Constantino Lüers
Disciplina: Língua
Portuguesa e Ensino Religioso
Público alvo: 3º “A”
Leitura e
Interpretação da parábola: “A Ovelha Perdida”
OBJETIVOS:
*Ler textos com autonomia;
*Ler em
voz alta, com fluência, em diferentes situações;
*Localizar
informações explicitas em textos de diferentes gêneros, temáticas, lidos com autonomia;
*Produzir
textos de diferentes gêneros com autonomia, atendendo a diferentes finalidades;
*Revisar coletivamente o texto ou parte do
texto durante o processo de escrita.
1º MOMENTO:
*Assistir a um pequeno vídeo contemplando a parábola da “Ovelha
Perdida”
*Roda de conversa: (A
partir das afirmativas, abaixo, promover discussões sobre a dimensão religiosa)
Aplicações para minha
vida:
#Eu sei que Deus me ama
tanto que deu a Sua vida por mim, para me salvar;
#Creio que Deus cuida de
mim, então, não é preciso ter medo de escuro, de monstros, tempestades etc.;
#Eu acredito que
aceitando o sacrifício de Cristo na cruz por mim posso ganhar a vida eterna.
2º MOMENTO:
*Fazer a leitura compartilhada da parábola “A ovelha Perdida”
Lucas 15. 1-7, promovendo conversa, fazendo a interpretação oral sobre o que
fala o texto.
3º MOMENTO:
*Leitura silenciosa;
*Ditado colorido;
*Questionamentos com múltipla escolha.
4º MOMENTO:
*Pedir que produzam um pequeno texto, baseado em tudo que foi
discutido e visualizado sobre a parábola da Ovelha perdida;
*Os alunos não alfabetizados
produziram frases:
-Sem ajuda e sem letras móveis;
-Sem ajuda e com as letras móveis;
-Com ajuda na pronúncia das sílabas e com letras móveis.
*Encontrar a ovelha perdida no desenho;
*Pintar o desenho.
5º MOMENTO:
Reescrita:
*Realizar a correção coletiva das frases ditadas para os não
alfabetizados e de um dos textos escritos pelos alfabetizados e aproveitar para
refletir sobre a escrita dos mesmos.
Relatório
No dia 17/10 apresentei um pequeno vídeo contemplando a
parábola da “Ovelha Perdida” Lucas 15. 1-7. Todos gostaram da história, mas nem
todos participaram das discussões, no entanto escutaram os colegas. Na hora de
fazer a leitura compartilhada cinco alunos não fizeram a leitura, pois ainda
não contemplam os direitos de leitura.
No dia 16/10 perdi que os fizessem a leitura silenciosa do
texto. Em seguida fizemos o ditado colorido (cinco alunos sentiram dificuldade
em encontrar as palavras ditadas). Logo depois deixei que eles respondessem as
questões propostas na tarefa. Participaram desta atividade 16 alunos, onde:
#8 alunos acertaram as três questões;
#4 alunos erram as três questões, e um dos 4 sabe ler, porém
não soube interpretar;
#Uma aluna (sabe ler) errou a questão 1 (Quantas ovelhas tem
o pastor?). Pois respondeu- noventa e nove, pressuponho que sua resposta tem
haver com o nº 99 que esta explícita no texto;
#Outra errou a questão 3;
#Um aluno não alfabetizado que marcou quase todas as opções,
então fiz as perguntas e ele disse que pastor tinha 6 ovelhas, que um a se
perdeu e o pastor foi casar;
# E outra marcou algumas opções, mas apagou, esta aluna
voltou para a escola recentemente e tem muita dificuldade de leitura e escrita
e às vezes se recusa a participar do reforço.
No dia 17/10 propôs aos alunos a produção textual e reescrita
A produção textual foi dividida em alfabetizados e não
alfabetizados:
Alfabetizados produziram um pequeno texto e para isso li de
novo a parábola.
Os não alfabetizados eu ditei frases e eles produziram sem e
depois com letras móveis. Não fiquei satisfeita com o resultado, mas espero que
com as aulas de reforço eles melhorem. Pois os mesmos têm dificuldade
em dominar as correspondências entre letras ou grupos de letras e seu valor
sonoro, de modo a ler e escrever palavras, frases e textos.
Aluno 1:
#ASPIS OC DOULHE RD (só e sem as letras)
#A OVLHL SI PD (só e com as letras)
#A OVELHA SE PERDEU (com as letras e com ajuda na pronúncia
das sílabas)
Aluno 2:
#OPAO PAO POMOPLA (só e sem as letras)
# O PAOPOROVLA (só e com as letras)
#O PATO TI CI OVELA (com as letras e com ajuda na pronúncia
das sílabas)
Tradução: O pastor tem cem ovelhas.
Aluno 3:
#GU E U PAD (só e sem as letras)
#GU E U D DA (só e com as letras)
#GEUS E O DO PACDO (com as letras e com ajuda na pronúncia
das sílabas)
Traduzindo: Jesus é o bom pastor.
Participaram da produção textual 15 alunos, os quais
apresentaram as seguintes dificuldades:
*Organizar o texto, dividindo-o em parágrafos;
*Pontuar o texto, favorecendo a compreensão do leitor;
*Espaçamento entre as palavras;
*Fazer uso das grafias de palavras (O ou U/ U/L em sílaba final;
S ou Z; N ou M nasalizando final de sílaba; X ou CH; R/RR no meio de sílaba; R
em final de palavras).
No momento de fazer a reescrita dessas frases e de um dos
textos feitos por eles todos participaram dando opiniões de como reescrever e
indo ao quadro sem resistência.
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Relatório
PREFEITURA MUNICIPAL DE ARAPIRACA
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
FORMAÇÃO CONTINUADA – PNAIC
PROFESSORA: MARIA GORETE CORREIA DE QUEIROZ
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
FORMAÇÃO CONTINUADA – PNAIC
PROFESSORA: MARIA GORETE CORREIA DE QUEIROZ
“NUNCA” 10
ROSIVÂNIA GALDINO DA SILVA LIMA
ARAPIRACA-AL
Relatório
Eu, Rosivânia Galdino da Silva Lima, professora do 3º “A” da
Escola de Ensino Fundamental em Tempo Integral Dom Constantino Luers, situada
no Povoado Mangabeira, Q.F, número 100, Arapiraca- Alagoas, no dia 17/09
apresentei aos alunos o jogo “Nunca” 10. O qual se encontra no livro: “Jogos na
Alfabetização Matemática”p. 16 e 17. O jogo tem como objetivo pedagógico
perceber e compreender os princípios do Sistema de Numeração Decimal: aditivo,
posicional e decimal; compor e decompor números de base 10. E o objetivo do
jogo é completar 10 palitos, enlaçar com liguinhas elásticas, formando um
agrupamento de 10 unidades e assim quem fizer mais pontos ao final de 8 rodadas
ganha o jogo. Inicie a aula com um cartaz com as regras do jogo, onde fizemos a
leitura. Depois chamei dois alunos para virem para frente, onde os mesmos
brincaram seguindo as orientações e os demais alunos tiraram as dúvidas. A
partir deles fiz o registro na lousa e lancei para a turma alguns
questionamentos (problematização). Logo depois formei quatro grupos de 4 alunos
e 1 de 3 alunos, distribui os materiais e o jogo foi iniciado. Todos acharam o jogo super legal, porém teve
alunos ou grupo que tiveram algumas dificuldades, tias como: não conseguir adaptasse
ao trabalho em grupo, pois não tinham paciência em esperar a vez do colega; em
somar; conversas paralelas; colocar os números na posição correta (unidades e
dezenas); agrupar os palitos de 10 em 10; entender o registro na planilha; não
terminar as rodadas, devido o conjunto de todas essas dificuldades.
No entanto vale à pena lembrar que foi a primeira vez que
estavam jogando, e que qualquer jogo tem que ser explorado mais de uma vez para
se ter resultados cada vez melhores. Fui passando em todos os grupos para
orientar de perto, quando preciso voltávamos para lousa para ler as regras ou
observar os registros feitos com jogo realizado no início da aula e teve grupos
que executaram o jogo com capricho, dividiram a tarefa, como por exemplo: um
fazia o registro e todos ajudavam a fazer a soma. Terminado o jogo, no grupão,
preenchemos uma planilha com as rodadas de um determinado grupo para rever as
dificuldades encontra e foi muito bom o raciocínio dos alunos oralmente
demonstrando que realmente aprenderam a jogar o que reforça mais ainda a
questão de se trabalhar outras vezes com o mesmo jogo para estimá-los a
absorver mais conhecimentos.
Após o recreio pedi que os alunos fizessem um texto relatando
o que aprenderam com o jogo e como era que se brincava. Muitos reclamaram, pois
escrever para eles não era divertido e outros têm dificuldades em escrever
textos e frases, já que estão na fase pré-silábica ou silábica. Os silábicos- alfabéticos
e os alfabéticos também apresentaram algumas dificuldades como: Letra maiúscula
no inicio das frases, pontuação, espaçamento, palavras com U/L, C/S e outras.
Ex: quando eu fui joga não sabia di nado ai eu apredi a joga e com sigo.
a tia em cinol a Brica
O JOGE ELEGAU E BOU
Os alunos do jeito deles conseguiram relatar os ensinamentos
contidos no jogo, principalmente à soma dos números. Não foi possível fazer a
reescrita do texto, mas pedi que alguns alunos fizessem a leitura do mesmo,
fazendo assim que percebessem alguns erros de escrita.
“NUNCA” 10
*Aprendizagem: Pedagógico perceber e compreender os
princípios do Sistema de Numeração Decimal: aditivo, posicional e decimal;
compor e decompor números de base 10.
*Material:
- 1 dado comum
- aproximadamente 200 palitos de picolé por grupo
- aproximadamente 30 liguinhas elásticas
- tabela para registrar a pontuação
*Número de jogadores:
3 a 5 participantes.
*Regras:
- Cada um dos
jogadores, na sua vez, lança o dado.
- O número que sair no dado corresponde à quantidade de
pontos da rodada, que deverá ser paga em palitos de picolé e registrada na
planilha.
- Na rodada seguinte, se pega novamente a quantidade de
palitos de picolé que sair na jogada do dado.
- Ao completar 10 palitos, a criança enlaça-os com a
liguinha elástica, formando um agrupamento de 10 unidades, e assim
sucessivamente.
- Ganha o jogo quem fizer mais pontos ao final de 8 rodadas.
*Variações:
- Podem ser mais rodadas.
- Podem ser lançados dois dados comuns,
cuja soma das faces superiores corresponda à quantidade total de palitos de
picolé a serem pegos.
- Podem ser lançados dois dados
comuns, cuja multiplicação das faces superiores corresponda à quantidade total
de palitos de picolé a serem pegos.
- Podem ser utilizados outros
materiais, tais como: material dourado, tampinhas de garrafas de cores
diferentes (por exemplo, cada tampinha verde vale dez tampinhas amarelas, e
assim por diante), sementes (por exemplo: uma semente de feijão vale dez milhos,
e assim por diante), dinheirinho de papel, etc.
*Problematizando:
Com vistas a ampliar as
potencialidades do jogo com relação ao trabalho com a contagem, o professor
poderá fazer questionamentos, como: Quanto
ponto fez o ganhador do jogo? Quantos grupos de 10 há nessa quantidade de
pontos?
Além disso, poderá se trabalhar
com as diversas maneiras de somar 10. Por exemplo, em uma situação em que uma criança possui 4 pontos, pode-se
perguntar quanto ela precisa tirar no dado para formar um grupo de 10 na
próxima jogada. Pode-se instigar as crianças a preverem situações que são
possíveis ou impossíveis, perguntando para um
aluno que tem 2 pontos se é ou não possível para formar um grupo de 10 na
próxima jogada.
Se for considerado o momento
adequado, pode-se formular perguntas como: Quantos
pontos de diferença há entre dois jogadores? Quantos pontos faltam para o
segundo lugar empatar o jogo? Situações dessa natureza podem ser úteis para
o trabalho com as idéias do aditivo.
Ao propor esse tipo de situação,
que estabelece relações entre quantidades de dois ou mais jogadores, tem-se uma
oportunidade para explorar as diferentes formas de registros, sejam elas
convencionais ou não.
domingo, 21 de setembro de 2014
Jogo: "Nunca" 10
Objetivo Pedagógico: Perceber e compreender os princípio do Sistema de Numeração Decimal: aditivo, posicional e decimal; compor e decompor números na base 10.
Material:
*1 dado comum;
*aproximadamente 200 palitos de picolé; *aproximadamente 30 liginhas elásticas;
*tabela para registrar a pontuação.
Objetivo do jogo: Completar 10 palitos, formando um agrupamento de 10 unidades. Ganha o jogo quem fizer mais pontos ao final de 8 rodadas.
Aprender brincando.
Número de jogadores: 3 a 5 participantes.
Material:
*1 dado comum;
*aproximadamente 200 palitos de picolé; *aproximadamente 30 liginhas elásticas;
*tabela para registrar a pontuação.
Objetivo do jogo: Completar 10 palitos, formando um agrupamento de 10 unidades. Ganha o jogo quem fizer mais pontos ao final de 8 rodadas.
Aprender brincando.
Número de jogadores: 3 a 5 participantes.
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| Produção textual: O que aprendi com o jogo e como se joga? |
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